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Piscina Natural

Arthur Brizola

Piscinas convencionais geram manutenção em demasia, é necessário limpeza, aplicação de cloro e até medir o pH d’água. Estes cuidados devem ser tomados de duas a três vezes por semana, sendo financeiramente pesado para o bolso. A Piscina Natural, desenvolvida na década de 70 na Áustria, além de compor muito bem o sítio quando o assunto é paisagismo, filtra a água dispensando o uso de cloro para limpeza, através do uso de plantas aquáticas.

A piscina natural é dividida em dois setores, uma área de banho e outra destinada às plantas aquáticas. Esta área para as plantas pode anelar a área de banho, ou ficar ao lado, dependendo de cada projeto paisagístico. As plantas enriquecem a piscina com o oxigênio, servindo de suporte a bactérias benéficas que consomem detritos e organismos potencialmente prejudiciais, sendo um sistema de filtração biológico. O resultado é um sistema bonito, ecologicamente correto e relativamente barato de construir.

O baixo custo de manutenção e o fato de não ser nocivas à saúde pelo uso de cloro e outros, é mais um atrativo deste tipo de piscina. Para manutenção, se devem podar as plantas periodicamente, sendo necessário ao menos cinco horas de sol por dia para que continuem em crescimento. A circulação de água é simples, usa-se um pequeno filtro servindo de peneira para folhas e pequenos detritos e uma bomba convencional para circulação de água.

Algumas das plantas usadas:

Íris Amarelo e Papiro.

Lírio do Brejo, Ninféia.

Arthur Brizola
Da capital do boné para a capital do estado, com uma passagem por Maringá. Briza é falante e articulado, faz amigos em qualquer lugar que passe e nas situações mais inusitadas. Tem orgulho de seu país e de sua origem. Dá importância ao simples, à música brasileira e ao Peixe, e, a seu ver, trocar grafite por um computador é ofensa.

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