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A pintura de Le Corbusier

Rodolfo Parolin Hardy


“Se quiserem entender a minha arquitetura, têm que olhar as minhas pinturas”


© André Steiner

Le Corbusier  trabalhou em diversas áreas criativas além da Arquitetura, desde desenhos, pinturas, esculturas, tapetes, literatura, etc.  Para o arquiteto  nenhum era mais importante que o outro; “Não há apenas escultores, apenas pintores e apenas arquitetos. O evento plástico se realiza em diversas formas a trabalho da poesia”.

Segundo relatos, o arquiteto passava suas manhãs pintando, pesquisando e estudando formas, a fim de usar em seus projetos arquitetônicos de tarde. Muito interessante como essa pintura tinha tanta influência mesmo em uma arquitetura modernista, Le Corbusier definia a arquitetura: é uma máquina para ser habitada, mas também tem que ser uma máquina para emocionar.

Ele estava interessado em sua busca pela organização das figuras representadas,  fazia grades geométricas para estabelecer relações dimensionais e proporções harmônicas, usava tanto na arquitetura quanto na pintura. O que importava era idescobrir o que havia além de cada forma, o seu “espírito”, investigavao não apenas linhas, mas a “harmonia” ali existente. Declarou a respeito dos  Arquitetos “Gostaria que suas mãos e mentes se tornassem passionalmente envolvidos em um tipo de investigação íntima”


 

“A arquitetura alcançará, através da experimentação, com o cuidade e a intenção que os conduzirá, uma graça certa. Da minha parte eu, que também sou pintor, tenho que dize-lhes que compreendo na própria essência esta coisa admirável: pintar. “

Rodolfo Parolin Hardy
Desenha desde criança, hoje trocou o Mario Paint por sua inseparável tablet. É curitibano, e, se quiser encontra-lo, dirija-se à Arena da Baixada em dia de jogo. Em horas vagas pode ser visto como Sushi-man, cartunista ou centroavante.

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